quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Vai dez dicas para facilitar o inicio dessa nova fase


1. Aceite ajuda, para o bem de todos
Se você faz questão de assumir todos os cuidados com o bebê, vai precisar de auxílio para organizar o resto, como a casa, por exemplo. Aos poucos, porém, é provável que você perceba que o apoio de pessoas de confiança é melhor para a família. 'Isso inclui a participação do pai, que é indispensável. No início, ele pode se sentir um tanto isolado, caberá à mãe tentar envolvê-lo na relação', acredita a pediatra Ana Maria Escobar, do Instituto da Criança, do Hospital das Clínicas de São Paulo. O pai pode se revezar com a mãe na hora do banho e de trocar fraldas, entre outras tarefas. Isso sem falar no apoio psicológico, que faz uma diferença enorme. A pediatra lembra ainda que a vida do casal não poderá ficar em segundo plano. 'Eles precisam de um tempo livre para sair vez ou outra, nem que seja para tomar um sorvete', aconselha.
2. Converse com outras mães
'Trocar figurinhas' com outros pais vai fazer com que você se sinta mais segura - principalmente ao descobrir que não é a única mãe do mundo que pensou em colocar um espelhinho no nariz do bebê para ver se ele estava respirando. 'Se durante a gestação a barriga era um ponto de referência para puxar assunto com outras grávidas, agora o olhar se vira para carrinhos e afins', diz a obstetra Márcia Regina da Silva, coordenadora do curso de gestantes do Hospital e Maternidade São Luiz. Não perca a oportunidade de conversar com as mães que cruzarem o seu caminho, seja na rua, seja no playground ou na sala de espera do consultório médico.
3. Acredite no instinto materno
Conselhos de pessoas experientes ajudam, mas é importante tomar cuidado com os palpiteiros de plantão. 'Não há dúvida de que a mãe é a pessoa mais indicada para cuidar do bebê, afinal ela o conhece melhor do que ninguém', afirma Márcia. Segundo a enfermeira, as mães de primeira viagem costumam ficar divididas entre o que dizem as amigas, a própria mãe e o pediatra. 'O ideal é seguir o bom senso', recomenda. Na maioria das vezes, como você vai comprovar com o tempo, coração de mãe não se engana.
4. Amamentar (se possível) é a regra número um
Os benefícios do aleitamento são indiscutíveis, tanto para a mãe quanto para o bebê. Só para citar alguns: imuniza a criança contra infecções, favorece o desenvolvimento dos músculos faciais do bebê, diminui os riscos de sangramento pós-parto e câncer de mama, fortalece o vínculo entre mãe e filho. 'Até o sexto mês de vida, o leite materno é o único alimento de que o bebê necessita', resume o pediatra Roberto José Granja de Abreu. Mas é preciso ser paciente, pois a amamentação é um aprendizado. 'Dificilmente mãe e filho se entendem de imediato. Levam algum tempo para se adaptar. O processo , no entanto, pode ser facilitado com alguns truques e uma dose extra de boa vontade', afirma a enfermeira Márcia, do São Luiz, que também coordena o Grupo de Apoio ao Aleitamento Materno) da instituição. Se por algum motivo, entretanto, a mãe não tiver condições de amamentar, não precisa se sentir culpada. O bebê crescerá normalmente.
5. Não fique obcecada com o peso
É melhor se conformar: dificilmente você perderá em duas semanas os quilos que levou nove meses para adquirir. 'As mulheres acham que já vão sair magras. Depois do parto, no entanto, a barriga costuma parecer a mesma do quinto mês de gestação', avisa a enfermeira Márcia. De fato, o corpo precisa de alguns meses para retornar à forma antiga. É claro que você pode ajudar, com atividades físicas (assim que o obstetra liberar) e uma dieta equilibrada. Mas nada de exageros: remédios para emagrecer são proibidos para quem está amamentando. A propósito, o aleitamento é um ótimo exercício para perder peso, gasta em média 800 calorias por dia (200 a mais do que uma hora de ginástica aeróbica).
6. Durma sempre que puder
Nos primeiros meses, o bebê não tem hora exata para mamar, embora costume chorar de fome num intervalo de duas horas e meia a quatro horas. Nesse período, também é o momento de trocar as fraldas. Isso sem falar no banho diário e outros imprevistos, como aquele parente distante que ligou para saber as novidades. Resumindo, a jornada é longa - e contínua. Por isso, um cochilo é bem-vindo a qualquer hora do dia. Uma boa dica é descansar entre as mamadas, enquanto o bebê dorme. E não tenha vergonha de restringir o número de visitas, elas entenderão os argumentos. Lembre-se de que quanto mais relaxada você estiver, melhor para o bebê. 'A mãe precisa repousar entre as brechas do sistema', brinca o pediatra Granja de Abreu.
7. Pernas pra que te quero
Ficar trancada em casa não soa nada animador, não é? Especialmente para quem estava habituada a sair todos os dias para o trabalho. Assim que o pediatra der o aval, o que costuma ocorrer um mês após o nascimento, leve o pimpolho para passear. 'Depois do primeiro mês, o bebê deve tomar sol de manhã', aconselha Granja de Abreu. Os raios solares são essenciais para a fixação da vitamina D, responsável pela absorção de cálcio no organismo, e, portanto, fundamental na formação óssea da criança. Além disso, existe coisa melhor do que receber elogios e sorrisos por causa do filho? Deleite-se! Quando os passeios forem mais longos, habitue-se a sair de casa 'carregada'. A bolsa de passeio do bebê deve conter fraldas descartáveis, lenços umedecidos, pomada contra assaduras, fralda de boca, babador, uma muda de roupa (no mínimo), forro para trocar fraldas e, se for o caso, mamadeiras e chupetas. Tem ainda o carrinho ou o bebê-conforto.
8. Deixe a criança brincar
Parece fácil, mas não é. Muitas vezes, os pais iniciantes acreditam que o filho é tão frágil quanto porcelana inglesa. Se pudessem, deixariam o bebê numa bolha anti-séptica, longe de insetos e sujeira. Acontece que a criança precisa deitar e rolar, literalmente, no chão para desenvolver suas habilidades cognitivas e motoras. A partir do momento em que aprende a engatinhar, por volta dos 7 meses, ela quer conquistar o mundo. Isso significa explorar cada centímetro quadrado da casa, tocando - e levando à boca - todos os objetos possíveis e imagináveis que estiverem ao alcance. Com algumas medidas de segurança, como o uso de travas de porta e gaveta, grades, cantoneiras e protetores de tomada, a criança está livre para explorar o ambiente sem riscos. Além disso, mamãe, talvez a 'vitamina S' (de sujeira) não seja tão importante para a saúde, mas dá um toque especial às brincadeiras.
9. Contenha-se nas compras
Atenção para não levar para casa um acessório que a vendedora jurou ser 'indispensável' para o seu filho, como aquele termômetro para medir a temperatura da água do banho. Outros, apesar de extremamente necessários, podem ser encontrados em modelos mais simples e baratos. Um bom exemplo é o carrinho do bebê, que, no geral, quanto menos 'equipado', mais prático - e leve - para carregar. Para abater o orçamento, você também pode pedir emprestados alguns itens que a criança usará por poucos meses: , bebê-conforto e roupas, entre outros. E não precisa sentir vergonha, o hábito é praxe entre as mães.
10. Pais heróis não existem na vida real
Mães infalíveis são um mito do folclore popular. 'Os pais têm de aceitar as próprias limitações. Errar faz parte', explica a psicóloga Anna  Correia, do Grupo de Apoio à Maternidade e Paternidade (O segredo, além de manter a calma, é observar a criança com atenção. 'Toda vez que algo der errado, os pais devem mudar de estratégia até descobrir a que melhor funciona com o filho', afirma a psicóloga. Se o bebê reclamar de uma determinada posição enquanto estiver no colo, por exemplo, tente outra. Simples assim.
O que acontece se você não tiver um plano B? Não precisa ter medo de chorar. É muito comum se sentir incapaz e abrir o berreiro por coisas banais, como uma fralda que vazou, nos primeiros dias. 'O choro, que é praticamente inevitável, é um direito da mãe. Ajuda a aliviar o estresse', diz Anna. E não se preocupe: as crianças costumam resistir à falta de experiência dos pais de primeira viagem sem grandes traumas, acredite.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

A gravidez mês a mês


Podemos dizer que esta fase da história é considerado o melhor período para se ter um filho, pois nas últimas décadas houve um enorme avanço na medicina, resultando em melhores êxitos nas gestações, seja para os recém nascidos seja para as gestantes.

Hoje, as mulheres iniciam a gravidez mais saudáveis, recebem um melhor e mais completo acompanhamento obstétrico, e participam mais ativamente (junto com seus maridos) de toda a gravidez. E o acesso a informações genéricas sobre todo o desenrolar da gravidez (da concepção ao parto) prepara melhor a mulher, física e emocionalmente, para que ela saiba o que está acontecendo com seu bebê, com seu corpo, com suas emoções.

Podendo esclarecer suas dúvidas, ela enfrentará melhor as preocupações, ansiedades e medos normais da gestação, e também definirá hábitos mais saudáveis a serem seguidos. O objetivo deste manual é o de fornecer um quadro amplo de informações gerais sobre a gestação e seus vários aspectos, para ajudar a futura mamãe em sua "doce espera".

A partir de agora você vai começar uma contagem regressiva, mês-a-mês, com todos os sintomas que poderá sentir, como será o seu aspecto, e quais poderão ser as suas preocupações. E esperamos com isso poder ajudá-la até o momento tão emocionante que é o nascimento de seu bebê. Boa sorte!!! 

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Relembrando...

Nossa hoje eu me lembrei qual a sensação de ter um ser vivo dentro da minha barriga,nas minhas outras gestações quando minhas filhas mexiam não sentia as vibrações tão fortes.
Mas quando o meu bebê mexe agora dá até pra ver as ondulações é cada chute forte,parece que ele está jogando bola e eu sou a bola.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Mais sensível


Estava pensando em mudar o meu cabelo.
Mas ao fazer uma pesquisa veja oque descobri fiquei assustada.
Além dos possíveis danos ao bebê, as gestantes são mais suscetíveis a desenvolverem alergias decorrentes do uso de produtos químicos nos cabelos: “Na gravidez ocorre uma diminuição da imunidade celular da mulher como uma tentativa de manter a gravidez fazendo com que o organismo não entenda o bebê como um corpo estranho. A queda de imunidade pode deixar a mulher mais vulnerável a manifestações alérgicas e infecções”, revela a dermatologista. “As manifestações alérgicas podem ser das mais leves como irritação, coceira e vermelhidão até quadros mais graves como reações anafiláticas”, confirma Humberto Tindó, chefe do serviço de ginecologia e obstetrícia do Hospital Quinta D’Or, no Rio de Janeiro.
Mesmo produtos considerados naturais e menos agressivos como a henna e os tonalizantes devem ser excluídos da lista de beleza da mulher grávida.  

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

revelando o sexo do bebê

Hoje eu fui fazer uma ultrassonografia e descobri o sexo do bebê vai ser um menino quando contei meu marido ficou todo entusiasmado minhas filhas ficaram com um pouco de ciúmes mas sei que logo passa,agora só falta decidir o nome.
Hoje entrei em um monte de sites de nome ou dúvida cruel,se alguém tiver uma sugestão estou aceitando de bom grado .Até mais.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Uma gestação é sempre diferente da outra

Hoje resolvi começar a escrever esse blog para contar como uma gestação pode ser e sempre diferente da outra.
Essa é a minha terceira gestação ,eu fui  mãe a primeira vez aos dezesete anos ,quando entrei na minha segunda gestação eu tinha 21 anos hoje estou com 28 anos e vou ser mãe novamente.
Vou contar um pouco da minha primeira gestação eu era ainda uma menina mas fiz todo o acompanhamento necessário como o pré-natal e todos exames que o médico requisitava ,vocês podem imaginar tive uma gravidez um pouco conturbada pois a família e as pessoas criticavam muito.
Mas Deus sabendo de tudo que eu passaria fez com que o meu namorado hoje meu marido estivesse sempre do meu lado.
Mesmo com todo nervoso que eu passei e as dificuldades que enfrentamos afinal estavamos começando do zero,não sentia uma única dor se quer tive um parto normal tranquilo sem nenhuma complicação.Tenho uma filha linda hoje com 11 anos.
Na minha segunda gestação já estavamos mais estabilizados fiz tudo que era recomendado pelos médicos e novamente tive um ótimo parto minha filha nasceu perfeita graças a Deus.
Essa minha nova gestação não foi planejada oque não muda meu amor pelo criança que estou gerando mas do ponto de vista médico tenho sentido dores terríveis ,descobri que estava grávida aos dois meses desde o início tenho enjoado muito .Uma das vezes que passei mal fui parar em um hospital quando o médico pediu pra fazer a minha medicação uma enfermeira se aproximou e enquanto preparava a mesma me disse você é a paciente que estava em observação coitada ouvi o médico dizer que seu filho não tem cerébro que pena.
Sai dali desesperada pensando oque fazer conversando com o meu marido coisas bizarras passaram pela minha cabeça,porem ele um homem de fé disse vamos deixar nas mão de deus .Eu fingi que aceitei já estava para fazer uma besteira mas a caminho de uma clinica passei muito mal e voltei a parar no hospital quando falei pra médica que me atendia dos exames do relato escutado ela disse deve ser algum engano seu filho está veja aqui os novos exames.Oque ela chama de engano eu chamo de milagre por isso a partir de agora vou postar no blog  a continuação da minha gestação hoje estou de cinco meses meu bebe está com mais de um quilo e enorme em breve posto mais essa semana tenho outra ultrasonagrafia ai vou vou saber o sexo e conto pra vocês.